As marcas são maiores que os produtos

Você provavelmente conhece a revista Playboy e os cigarros Malboro. Sabia que os dois estão prestes a acabar? A Playboy, que em 1975 vendeu 5,6 milhões de exemplares só nos EUA, hoje vende menos de 500 mil cópias. Recentemente, a Phillip Morris, fabricante da Malboro, declarou que vai começar a substituir toda a sua produção de cigarros no Reino Unido pela produção de outros produtos que não produzem fumaça. Você imagina um mundo sem essas duas grandes marcas?

A Playboy está investindo em negócios tão diversificados como marcas de bebidas destiladas, um clube em Nova York e um festival de música em Xangai. Isso sem contar as roupas e as festas com as marcas. Já a Phillip Morris irá investir em cigarros eletrônicos, que não produzem fumaça, e em programas para que fumantes larguem o vício. Ela entendeu que seu produto é o tabaco, não o cigarro. Assim como a Playboy vende estilo de vida, mais do que revista.

Todos esses anos, essas empresas investiram em suas marcas, mais do que nos produtos. Tenho certeza de que você lembrou dos seus logotipos, mesmo eles não sendo exibidos aqui. Na verdade, não precisa. Marcas fortes não dependem só de um produto para sobreviver e podem superar todo tipo de crise. E você? Acredita que sua marca é forte o bastante para superar todos os desafios?


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